Alguns pontos importante desse levantamento foram publicados nesse portal na quinta-feira, 11. Mas a pesquisa traz outros dados importantes sobre o perfil dos fornecedores. 

Um deles trata do modelo de comercialização adotado: a venda de licença de uso com taxa de manutenção periódica foi citada por 65,1% dos entrevistados, enquanto que 57,4% disseram que adotam o modelo de aluguel de licença de uso com valor fixo mensal. 

Essas duas fontes de receita recorrente para as empresas não exigem esforço adicional de vendas ou preocupação com os resultados dos seus clientes. 

Assim, a pesquisa revela que a maioria das empresas ainda trabalha no modelo tradicional de venda de software, sem correr grandes riscos de variação brusca da sua receita. 

A pesquisa também avaliou se os softwares fornecidos pelas empresas já estão prontos para atender as exigências fiscais digitais. Conforme apurado, 92% dos consultados disseram que os seus sistemas já suportam a emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). 

A adequação à Escrituração Fiscal Digital (EFD) do ICMS/PI foi citada por 77,9% dos entrevistados, enquanto 66,1% afirmaram que as soluções atendem a EFD do PIS/Cofins. 

As demais exigências da legislação (SPED Contábil, NFS-e, CT-e e FCONT) são atendidas, progressivamente, por um número menor de empresas. 

A pesquisa é uma iniciativa de várias empresas: a MBI, especializada em pesquisas no setor de TI, a ENC (Escola de Negócios Contábeis) e a revista TIInside e o site TIInside Online, publicações especializadas em TI para o mercado empresarial, além das comunidades virtuais JAP’s, SPED Brasil, Spedito e SPED/NF-e Google Group.

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