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Resumo

A iniciativa “Censo do Setor de Tecnologia da Informação” tem o propósito de gerar dados em profundidade sobre o Setor de TI, anualmente, e de forma comparável entre regiões e países. Neste texto descrevemos o processo de criação e internacionalização do Censo, os vários tipos de benefícios que podem ser obtidos com os dados, além de apresentar resultados concretos da edição 2013, que contou com a participação de empresas de dezessete países, todos membros da ALETI.


Conhecendo o setor de Tecnologia da Informação e Comunicação de Iberoamérica em profundidade

La iniciativa 'Censo del Sector Tecnología de la Información' tiene el propósito de generar datos detallados sobre el Sector de TI, anualmente y de manera a ser comparadas entre las regiones y países. En este contexto, describimos el proceso de creación y expansión internacional del Censo, los diferentes beneficios a ser obtenidos con los datos y los resultados concretos de la edición 2013, que contó con la participación de empresas de diecisiete países, todos miembros de la ALETI.

Este relatório bilíngue espanhol-português descreve detalhadamente a iniciativa 'Censo do Setor de Tecnologia da Informação', patrocinado pela SurveyMonkey e a MBI.

Ao longo de mais de oitenta páginas, também são apresentados os principais resultados obtidos da análise dos dados coletados no ano de 2013. Na ocasião, participaram mais de oitocentas empresas de 17 países da América Latina, Espanha e Portugal.

Trecho extraído da Apresentação

A Criação do Censo do Setor de Tecnologia

O Setor de Tecnologia da Informação possui uma série de características próprias, que o diferenciam de todas as demais atividades econômicas. Ainda, por se tratar de uma atividade econômica relativamente recente, o volume de informação disponível sobre o próprio Setor é bastante limitado.

A fonte de informação mais tradicional está baseada na análise das bases de dados dos governos. Por exemplo, com base nas declarações de impostos das empresas (obviamente obrigatórias) e sobre seus empregados (também obrigatórias em muitos países, inclusive no Brasil), é possível obter dados sobre a evolução do faturamento e do emprego no Setor.

Outra fonte de informação que vem sendo elaborada graças ao esforço dos institutos de estatística oficiais, em todo mundo, são decorrentes do programa denominado “Sociedade da Informação”, sob auspício das Nações Unidas, já há quase duas décadas. Os indicadores apurados por estas fontes, entretanto, se focam na penetração da infraestrutura tecnológica no dia a dia das sociedades de cada país, medindo p.ex. a quantidade de usuários de Internet, de computadores a cada cem habitantes e/ou residências, a proporção de escolas com acesso a Internet, etc.

Uma terceira fonte de informação, muito utilizada pelas maiores empresas globais pertencentes ao próprio setor de Tecnologia da Informação e Comunicação, é constituída por empresas especializadas em pesquisa de mercado para o setor. O objetivo das empresas globais é vender seus produtos de TICs no mundo todo; logo estes institutos colocam o foco de sua atuação em monitorar o mercado consumidor, e não a indústria de TI pelo mundo todo. Quando essas indústrias ‘locais’ são abordadas por esses institutos, normalmente existe uma demanda de um player global que está interessado em ampliar sua rede de parceiros. Nesse caso, os institutos de pesquisa abordam apenas empresas de TI que possuem o perfil dos parceiros que esse player global busca. Este procedimento não busca amostras representativas da realidade de cada país, mas as que sejam convenientes para a empresa contratante.

Concluímos, portanto, que não há estudos sistemáticos e profundos sobre a própria indústria de TIC. Os poucos dados disponíveis são insuficientes, por exemplo, para que uma empresa específica possa fazer benchmarking em relação às demais de seu país, ou de outro país onde ela planeje se instalar.

Ainda, os dados disponíveis são insuficientes para avaliar políticas públicas propostas ou em execução pelos governos para o Setor de TICs, levando os gestores de políticas públicas a ‘navegar’ num ambiente de decisões baseadas apenas em opiniões. Nenhuma empresa séria é administrada desta maneira...

Trecho extraido de la presentación

La Creación del Censo del Sector de Tecnología

El Sector de Tecnología de Información posee una serie de características propias que le diferencian de todas las demás actividades económicas. No obstante, por tratarse de una actividad económica relativamente reciente, el volumen de información disponible sobre el propio Sector es bastante limitado.

La fuente de información más tradicional está basada en el análisis de las bases de datos de los gobiernos. Por ejemplo: mediante las declaraciones de impuestos de las empresas (obviamente obligatorias) y sobre sus empleados (también obligatorias en muchos países, inclusive en el Brasil), es posible obtener datos sobre la evolución de la facturación y del empleo en el Sector.

Otra fuente de información que viene siendo elaborada gracias al esfuerzo de las instituciones de estadísticas oficiales, en todo el mundo, es la consecuencia del programa denominado “Sociedad de Información”, bajo el auspicio de las Naciones Unidas, ya hace casi dos décadas. Los indicadores investigados por estas fuentes, entretanto, se centran en la inserción de la infraestructura tecnológica en el día a día de las sociedades de cada país, midiendo por ejemplo, la cantidad de usuarios de Internet, de computadoras por cada cien habitantes y/u hogares, el porcentaje de escuelas con acceso a Internet, etc.

Una tercera fuente de información, muy utilizada por las mayores empresas globales pertenecientes al mismo sector de Tecnología de Información y Comunicación, está constituida por empresas especializadas en investigaciones de mercado para el sector. El objetivo de las empresas globales es vender sus productos de TIC en todo el mundo; luego estas instituciones localizan su foco de actuación en monitorear el mercado consumidor y no a la industria de TI en todo el mundo. Cuando esas industrias “locales” son abordadas por estas instituciones, normalmente existe una demanda de un player global que está interesado en ampliar su red de socios. En este caso, las instituciones de investigaciones abordan solo las empresas de TI que poseen el perfil de los socios que el player global busca. Este procedimiento no busca muestras representativas de la realidad de cada país, sino sólo las que sean convenientes para la empresa contratante.

Concluimos, por mientras, que no existen estudios sistemáticos y detallados sobre la propia industria de TIC. Los pocos datos disponibles son insuficientes, por ejemplo, para que una empresa específica pueda realizar el Benchmarking en relación a las demás de su país o de otro país donde planee instalarse.

Aqui você pode fazer download do texto completo do relatório em formato .pdf (86 páginas, 5,41 Megabytes).
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Publicado originalmente em
no site da MBI, patrocinadora deste trabalho

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