A Assespro, Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia e Informação, divulgou a pesquisa feita em parceria com a MBI e a Survey Monkey para revelar a situação das empresas nacionais frente ao desenvolvimento e exportações do segmento. O levantamento contou com a participação de, aproximadamente, 300 empresas.

Quando o assunto é a representatividade das exportações no faturamento das empresas são consideradas majoritárias, com 60% ou mais, para 0,4% das empresas, e importante, entre 15% e 60%, para 3,5% das empresas. Já 8,4% das empresas consideraram moderada a participação no faturamento, representando entre 1% e 15%, e 6,7% responderam que a importância é mínima chegando a 1% do faturamento. Já 81,1% consideraram inexistente qualquer tipo de faturamento advindo do exterior.

A pesquisa também levantou que é no Sudeste que se encontra a maior parte das empresas que exportam tecnologia e serviços. Das empresas que possui grande representatividade nas exportações, 100% delas estão entre São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.

Os Estados unidos representam 7,7% dos destinos das exportações brasileiras. México, Argentina, Colômbia e Canadá ficam atrás com 4,6%, 3,9%, 2,8% e 2,1%, respectivamente. A Espanha representa 1,8% dos destinos enquanto Reino Unido, França e Alemanha representam, igualmente, 1,1 % cada.

Um dado curioso é que das empresas de TI que têm a representatividade majoritária das exportações no faturamento, 100% delas são de pequeno porte.

“Esse cenário mostra que o mercado nacional é muito bem considerado fora do país e somos vistos de maneira positiva como exportadores de produtos e serviços. O Brasil tem um mercado de TI que movimenta U$ 16,5 bilhões por ano, e com o incentivo e desenvolvimento certo podemos elevar ainda mais esse potencial”, afirma Luís Mário Luchetta, Presidente da Assespro Nacional.

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