Com foco na análise da situação das empresas nacionais de TI frente ao desenvolvimento e exportações de serviços no setor, a Assespro Nacional, em parceria com a MBI e a Survey Monkey, realizou o Censo Assespro do Setor de TI – Edição 2012. Sobre a representatividade no faturamento, as exportações são consideradas majoritárias (60% ou mais), para 0,4% das companhias e, importante (entre 15% e 60%), 3,5% das empresas.

Já 8,4% das organizações consideraram moderada a participação no faturamento, representando entre 1% e 15%, e 6,7% responderam que a importância é mínima chegando a 1% do faturamento. Por fim, 81,1% consideraram inexistente qualquer tipo de faturamento advindo do exterior.

Entre as empresas que exportam tecnologia e serviços, a maior parte está localizada no Sudeste. Daquelas que a exportação possui participação majoritária, todas estão entre São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espiríto Santos.

Os Estados Unidos é o país que mais recebe as exportações, com 7,7%. Em seguida estão o México, Argentina, Colômbia e Canadá, Espanha, Reino Unido , França e Alemanha. Dentre as empresas que colocam a exportação como prioridade, 100% são de pequeno porte. As grandes empresas se destacam na categoria de participação importante, onde têm representatividade de 10% no volume de exportações.

“Esse cenário mostra que o mercado nacional é muito bem considerado fora do país e somos vistos de maneira positiva como exportadores de produtos e serviços. O Brasil tem um mercado de TI que movimenta U$ 16,5 bilhões por ano, e com o incentivo e desenvolvimento certo podemos elevar ainda mais esse potencial”, afirma Luís Mário Luchetta, Presidente da Assespro Nacional.

Publicado originalmente em
http://www.executivosfinanceiros.com.br/tecnologia-da-informacao/empresas-de-ti-nao-colocam-exportacao-como-importancia-marjoritaria