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O resultado, porém, é outro quando se fala em plataformas efetivamente em operação nas empresas onde os entrevistados trabalham: aí, a plataforma da Apple (Iphone/Ipad) aparece em primeiro lugar, com 39,3%, mas é seguida pelo Windows Mobile, com 36,9% - que, no ranking de preferências, fica em terceiro lugar, com 36,1%.

O Google Android fica na quarta posição neste quesito, com 23%, atrás do Blackberry, que tem 32,8%.

A pesquisa foi realizada em setembro de 2011 e contou com 122 participantes de 114 empresas de grande e médio porte, usuárias de TI ou do próprio setor.

Levando-se em conta só o ranking de preferência, o quarto lugar é do Blackberry, com 24,6%, seguido pelo Java MicroEdition, com 12,3%.

Outras plataformas como Symbian, webOS e Palm aparecem em porcentagem muito baixa (5%). Para 9% dos entrevistados o aplicativo é mais importante que a plataforma.

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Blackberry descendo, Android subindo...

“Constatou-se que a Blackberry possui boa presença nas empresas, mas como não é uma das preferidas, deve perder participação ao longo do tempo”, afirma o estudo.

O contrário acontece com o Google Android, que tem índice de preferência superior ao uso efetivo nas empresas, o que, no entendimento da MBI indica uma perspectiva de ampliação do uso da plataforma no mercado de médias e grandes emrpesas.

Tempo de utilização dos aplicativos corporativos

De acordo com o estudo, 23,8% dos entrevistados adotaram os aplicativos corporativos somente no último ano; enquanto 17,2% o fazem entre um e três anos e 14,8%, entre três e cinco anos.

A soma dos que pretendem adotar plataformas móveis em um futuro próximo ou distante é de 16,4%.

“Em outras palavras, este é o espaço disponível para o crescimento da tecnologia”, afirma o estudo.

Percalços

Ainda segundo a pesquisa, as maiores dificuldades para a ampliação do uso das plataformas móveis no ambiente corporativo são as políticas internas das corporações (36,9%), falta ou alto custo de profissionais especializados (28,7%) e ausência de aplicativos adequados às companhias (26,2%).

Altos custos de desenvolvimento, com 24,6%, também foram apontados pelos entrevistados.

Acessibilidade

O levantamento constatou que em cerca de 12% das empresas os dispositivos estão ao alcance de 90% ou mais dos usuários (independentemente de terem sido adquiridos pelos próprios funcionários ou pelas organizações).

Já em 50% das companhias, não mais do que 10% dos usuários têm acesso aos dispositivos.

As empresas em que mais de 90% de usuários acessam aplicativos corporativos de forma móvel ficaram com 4% das respostas dos entrevistados.

Origem dos aplicativos

A pesquisa ressalta que as empresas têm investido em desenvolver aplicativos internamente, já que, conforme os entrevistados, somente 24% das soluções de mercado atendem às necessidades de suas empresas.

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Tamanho das equipes de TI e perfis

No estudo, 56% das empresas entrevistadas possuem, no máximo, 20 profissionais de TI, enquanto no extremo superior, 22% possuem mais de cem profissionais.

Para 72,1% das companhias, a equipe de TI se destina a atender usuários internos.

Já 23% das empresas são prestadoras de serviços de TI e 4,9% possuem apenas um consultor ou autônomo.

Contratações de profissionais especializados

Os resultados revelam que 41% das empresas contratarão no máximo cinco funcionários, ao passo que 47,5% não têm intenção de contratar nenhum, especializados na área de aplicativos móveis.

A maioria das novas oportunidades de trabalho surgirá nas empresas prestadoras de serviços de TI, “um sinal de que estão acordando para esta oportunidade de mercado”, afirma o estudo.

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Conclusão: a primeira onda

A pesquisa concluiu que o mercado de aplicativos móveis está passando por uma primeira onda de substituição de dispositivos e aplicativos mais antigos, por outros mais modernos.

“A grande diferença entre as preferências pessoais dos profissionais e as fatias de mercado atual dos vários concorrentes revela que há espaço para variações significativas nas fatias de mercado ocupadas por cada uma das plataformas, no futuro próximo”, revela o levantamento.

Ainda conforme os dados, as demandas de construção de aplicativos corporativos são atendidas principalmente pelo desenvolvimento sob medida (interno ou terceirizado).

“As empresas do setor de TI estão apenas acordando para o desenvolvimento de soluções específicas para dispositivos móveis”, finaliza a pesquisa.

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