Um levantamento realizado pela consultoria MBI, com 183 profissionais brasileiros, detectou que aproximadamente 25% deles acreditam que o uso das redes sociais no trabalho afeta, de forma negativa, a produtividade dos profissionais.

O estudo, realizado a pedido do Grupo Educacional Impacta Tecnologia, detectou que, por outro lado, 73% das pessoas consideram que a liberdade de acesso dos profissionais a esse tipo de ambiente - como Twitter, Facebook, Orkut e LinkedIn - é essencial no caso de empresas que têm algum tipo de ação em redes sociais.

A pesquisa apontou também que o maior benefício das redes sociais, na visão dos profissionais, é para busca e manutenção de contatos, pessoais e profissionais. No entanto, 23% dos entrevistados disseram que esses ambientes não têm ajudado a divulgar atividades relacionadas ao trabalho.

Quanto às redes sociais mais utilizadas pelos profissionais, o estudo cita que o Facebook é a ferramenta preferida dos profissionais, seguida pelo LinkedIn e Twitter (veja gráfico abaixo):

O estudo detectou também que a maioria dos profissionais considera que oito horas semanais são o tempo máximo para se dedicar às redes sociais.

Quando questionados sobre a possibilidade das mídias sociais substituírem ferramentas como o e-mail, somente 4,5% dos profissionais consideram que isso deve ocorrer em pouco tempo. Já para 82% dos entrevistados, o correio eletrônico vai continuar a existir durante muitos anos.

Clique aqui para consultar os resultados completos da "Segunda Pesquisa Anual sobre Redes Sociais"

Texto publicado originalmente em http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/
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